Terapia Imunobiológica

A medicação imunobiológica é um dos maiores avanços da história, sendo responsável pela melhora considerável na saúde da população mundial. Os medicamentos imunobiológicos são moléculas produzidas por meio de técnicas de biologia molecular a partir de organismos vivos, processo esse bastante diferente das medicações tradicionais obtidas por meio de síntese química. A outra grande diferença em relação aos medicamentos tradicionalmente utilizadas para tratamento de doenças autoimunes crônicas, como na área da reumatologia, é o fato de se ter um alvo específico de acordo com a patologia, inibindo por exemplo a atividade de determinadas células ou mesmo substâncias que contribuem para a perpetuação do processo inflamatório (ex.: citocinas, receptores). Esse mecanismo de ação, além de garantir uma maior eficácia, determina uma menor possibilidade de eventos adversos por toxicidade em órgãos como fígado, estômago e rins, e fundamentalmente evita interações medicamentosas. Entre os principais efeitos adversos que são observados está o risco aumentado para infecções, o que em estudos populacionais se assemelha bastante aqueles relacionados ao uso dos medicamentos tradicionais.

No Brasil a prática de uso de anticorpos monoclonais iniciou por volta de 2001 e embora atualmente haja maior utilização dessas medicações em tratamentos de doenças reumatológicas como no caso da Artrite Reumatóide, Artrite Psoriásica, Espondiloartrite Anquilosante, essas medicações também têm sido empregadas em diversas outras doenças autoimunes de outras especialidades médicas. Podemos destacar a utilização na área da dermatologia com a Psoríase, na gastroenterologia e proctologia com a Doença de Crohn e a Retocolite Ulcerativa, e na neurologia com a Esclerose Múltipla. 

Já existem dezenas de imunobiológicos disponíveis no Brasil para tratamento de doenças autoimunes. São medicações aplicadas por via intravenosa ou subcutânea em regime ambulatorial, não necessitando internação. Geralmente esses medicamentos são utilizados em pacientes que tiveram falha aos medicamentos tradicionais e que apresentam indicações precisas para o seu uso, conforme diretrizes e protocolos específicos das áreas médicas em que são utilizados.

Atendemos pacientes com convênios e particulares.

No caso de pacientes solicitando o tratamento pelo plano de saúde, basta que o (a) paciente ou seu médico entre em contato conosco e tenha em mãos:

 

• Receita atualizada constando: dose da medicação a ser utilizada e o peso do paciente;

• Relatório ou Laudo médico detalhado justificando o tratamento;

• Exames que comprovem a doença e o seu estágio de atividade atual;

• Carteira do plano de saúde e documento de identificação com foto;

Toda a intermediação burocrática necessária para autorização do procedimento será de nossa responsabilidade.

Medicamentos

  • Abatacepte (Orencia®)

  • Abatacepte subcutâneo (Orencia®)

  • Ácido Zoledrônico (Aclasta®, Blaztere®, Zometa®)

  • Adalimumabe (Humira®)

  • Belimumab (Benlysta®)

  • Canaquinumabe (Ilaris®)

  • Certolizumabe (Cinzia®)

  • Ciclofosfamida (Genuxal®)

  • Corticosteróides injetável/endovenoso (Diprospan®®, Duo-Decadron®, Solu-Medrol®)

  • Denozunabe (Prolia®)

  • Etanercepte (Enbrel®)

  • Ferro injetável/endovenoso (Noripurum®, FER- IN- Sol®, Ferrini®, Neutrofer®)

  • Golimumabe (Simponi®)

  • Imunoglobulina (Flebogamma®,Sandoglobulina®, Venimmuna®)

  • Ibandronato de Sódio (Bonviva®)

  • Infliximabe (Remicade®)

  • Infliximabe (Remsima®)

  • Metotrexato (Biometrox®,Miantrex®, Lexato ®, Unitrexate®)

  • Natalizumab (Tysabri®)

  • Pamidronato dissódico (Pamidronato®)

  • Rituximabe (Mabthera®)

  • Secukinumabe (Cosentyx®)

  • Tocilizumabe (Actemra®)

  • Tocilizumabe Subcutâneo (Actemra®)

  • Ustequinumabe (Stelara®)

  • Vedolizumab (Entyvio®)

Imunocare 2020 • Todos os direitos reservados.

  • Branca Ícone Instagram
  • White Facebook Icon